terça-feira, 30 de dezembro de 2008

1000 palavras

Eu nunca entendi muito bem o por que de os professores pediram pra gente fazer coisas do tipo relatórios com 1000 palavras. É ridículo!

Cada professor deve ter o que, 5 ou 6 turmas. Cada turma com pelo menos 30 estudantes. Então o mínimo de estudantes em uma semana que um professor tem é 250 estudantes. DUZENTOS E CINQÜENTA! Ni hyaku go jyuu no gakusei! Dweihunderdundfünfzig studentin!

Sem mencionar o seguinte: nós temos mesmo que contar o número de palavras que usamos nos relatórios? Nossos relatórios precisam ter 1000 palavras ou é só um minimo que palavras que os professores pedem pra gente fazer? É tortura. É matematicamente agonizante.

Eu lembro quando eu tive que fazer esses relatórios de tantas-palavras. Olhei pro lado e tinha gente escrevendo um parágrafo e depois contando quantas palavras tinha escrito até ali. Que que é isso? O professor lá, lendo revista, e aposto que nem se incomodou em ler nossos relatórios, nos devolvendo com um “V” vermelho (visto) no topo direito. Grande Áfrida, Fessôr.

É uma questão de o que sabemos sobre a matéria e o quanto temos a dizer. Eu realmente não tenho muito a dizer sobre política pura, governo, Europa, pragas, poluição. Não, de verdade, relatórios sobre essas cioisas seriam apenas um enorme montante dessas opiniões já formadas que tu escuta ou vê na TV, já que não há mais o que dizer.

Pegue poluções como um exemplo. Tu vai culpar os EUA, o Japão e a China por ela. Você vai listar esses países e começar a escrever “porque os EUA não dão bola pra ONU e pro Protocolo de Kyoto”, “Japão mata baleias” e “China não é capitalista e jogou os direitos humanos na lata do lixo”. Porque é isso que as pessoas veem na TV, é isso o que as pessoas leem e é isso o que todos pensam superficialmente.

Agora por que os EUA não dão bola pra ONU e pro Protocolo de Kyoto? Porque é lucrável para eles.

Por que o Japão mata baleias? Porque é lucrável e eles costumavem fazer isso antes que fosse proibido matar baleias. Não é como se eles dissessem “tá, agora que é proibido matar baleias vamos caçá-las afú”.

Por que a China jogou os direitos humanos na lata do lixo? Porque eles não podem mais bancar pessoas.

Então tu tem uma matéria e 1000 palavras, o que tu faz? Dá voltas e voltas, escrevendo a mesma porcaria usando diferentes palavras, ficando confuso com tua própria opinião e opiniões já formadas; aí tu começa a ter idéias sob um ponto de vista completamente diferente e que te faz pensar que pode vir a ser político ou um Presidente. Então quando tu se cansa de contar palvrinhas tu finalmente pára de se preocupar em alcançar 1000 palavras, porque tu de sá conta de que o professor não vai contá-las nos 250 relatórios.

Mas pro professor, 1000 palavras são suficientes para ti falar sobre a matéria, em teoria, estudada, e aí tu tem as tuas próprias idéias na cabeça e então fecha uma conclusão com chave de ouro. É tão fácil ser um professor, anos e anos falando as mesmas coisas e pedindo aos alunos que leia um capítulo de livro e que escrevam um relatório exaustivo.

Às vezes, quanto mais tu fala de algo, pior é a qualidade do trabalho. Às vezes tu tem pouco a dizer, mas as diz com impacto, coisas que os outros param e pensam.

Hoje em dia não podemos parar para ler dissertações enormes sobre algo que não há nada mais a acrescentar. Cheque no Google quantas dissertações sobre aborto tem na internet. Tu vai achar gente falando “é bom, por causa do livre arbítrio e o bebê do estuprador e a mãe menor de idade e os pobres” e gente dizendo “é ruim, porque tu tira uma vida, tu brinca de Deus, porque depois de 18 dias o bebê tem sangue”. O que mais temos a acrescentar? O que mais temos a dizer? As pessoas já falaram tanto sobre isso que hoje em dia falamos de aborto com os amigos, num bar, bebendo cerveja escura Guinness.

Mas não, se os professores de Direitos Humanos na Faculdade de Direito querem ler 250 relatórios sobre aborto, beleza, entretenham-se. O mínimo que eles vão fazer não é ler os ditos cujos, mas sim contar as palavras com o filhinho. Ele está sendo pago para contar palavras e escrever um V com sua caneta Bic vermelha. E o filho dele, bem, o filho dele vai se cansar depois de alcançar a palavra número 65 do primeiro relatório e ir jogar Counter Strike online.

Counter Strike. MEU DEUS! Tenho certeza de quem tem milhares e milhares de dissertações sobre essa bosta de jogo. Qual é, jogo de tirinho é tão old-fash. Já tem Doom, e o Doom pra MS-DOS era o melhor. Mas não, agora tu tem que estar numa guerrrinha imbecil - porque todas as guerras são imbecis bem assim - tendo que matar alemãos, vietnamitas, russos ou outra etnia super ameaçadora. Obviamente tem aqueles que são contra esse jogo doentio e outros que amam esse jogo mas têm medo de pegar uma arma e dar um tiro na própria cabeça.

É claro que estou falando isso tudo porque é chato fazer esse tipo de trabalho para entregar. É ainda mais chato quando o tema não é interessante e ainda mais quando o professor é um daqueles bundões que não sabem ensinar direito. Ah e como tem desses professores ruins.

E convenhamos, uma dissertação sobre métodos dos professores em 1000 palavras seria também um horror. Porque com esses tipos de temas tu não expõe as tuas idéias, tu se preocupa apenas em atingir o número máximo de palavras e garantir uma boa nota.

Pensando ahora, a única coisa ruim sobre esse tipo de trabalho é o trabalho que tu tem par fazer. Porque se tu tem 1000 palavras ao seu dispor, tu pode rasgar em pedaços os métodos dos professores - se este for o tema. Não que 500 ou 50 palavras não fossem o suficiente.

Aliás, este post tem mil palavras.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Amigo-secreto-da-onça

Sempre, no colégio, arrumamos alguém que fica de implicância com a gente. O pior é quando tu entra quando todo mundo já se conhece desde o maternal e fazem questão de mostrarem o quão aborrescentes eles são. Na primeira semana, no primeiro mês, nossa… brings a tear to my eye.
Mas é claro que, quando as pessoas são fracas, sempre tem aquela que comanda. Aquela pela qual os coleguinhas podiam limpar a bundinha pálida dela com os beiços e agradecer pela oportunidade.
É, pois é. Eu tive o desprazer de conhecer um dessas. Só que eu me recusava a limpar a bunda dela. Preferi ser eu mesma, apesar de eu não ser grande coisa naquela época - é óbvio, ninguém com menos de 16 anos é grande coisa.
Então mês vai, mês vem, a guria me enchendo a paciência, me intimidando… no fim das contas eu já tinha a “melhor amiga” desde o ano em que eu entrei.
Então, essa minha “melhor amiga” foi num aniversário e começaram a conversar… sobre mim.
Além de todo aquele papinho de adolescente de “a Fulana é” sendo que mal me conheciam, a Big Boss começou a tagarelar as bobajadas dela. Nessas ela mencionou que, pra mim, de aniversário, daria umas figurinhas do álbum dela porque era aquilo que eu valia.
Pois bem.
Natal, amigo-secreto, aquela função toda. Amanda tira quem? A Big Boss.
Todo mundo ganhando presente bala, inclusive eu (que devo ter tocado fora) e o que a branquela ganha?
Figurinhas. Nem sei como eu fiz a descrição dela pra entregar o delgadíssimo embrulho que tinha aura de puro orgulho de quem se saboreava uma vingancinha.
E mesmo que a “melhor amiga” tenha inventado todo o relatório do aniversário em questão, pelo menos o presente que eu dei deve ter sido interpretado como total descaso mesmo.
Afinal quem não valE nada é ela.

É legal tu dar Google nas pessoas que te infernizaram a vida no colégio e tu ver que elas não avançaram nem um pouco de vida. Não fazem absolutamente nada de extraordinário. A não ser que fazer parte de uma agência de “modelos” seja uma realização.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

De volta à vida normal

Meus pais voltam de viagem nesta quarta-feira. Acho que foi a viagem em que eles ficaram fora por mais tempo.

Quando eles ficam tanto tempo assim fora que eu penso como todo o método educacional (leia-se protetivo) é falho. Sabe, eles queriam a todo custo livrar os filhinhos de toda a maldade e crueldade do mundo, mas é só a gente ter 18-19-20 anos pra eles falarem "Ok, agora é com vocês!"

Quer dizer... óbvio que tem muita gente cujos pais tão cagando e andando pra eles. Mas essas pessoas tiveram tempo, tiveram saco e tiveram a necessidade de aprender as coisas por elas mesmas. Mas meus pais, eles foram (quase) sempre presentes e podiam mostrar coisas da vida quando eu ainda era novinha e meu cérebro ainda absorvia informações como uma esponja. Mas agora, não. Agora eles esperam que eu saiba como é estar no mundo, como as coisas funcionam.
Bom, como funcionam eu sei: sei tirar dinheiro, sei pagar contas, sei pegar ônibus, sei perguntar por direções na rua...

O que eu não sei mesmo é administrar um apartamento. Ainda mais com um bundão que fica jogando computador e vendo TV o dia todo, inclusive quando a namorada está aqui, dormiu aqui e está estudando.
Quer dizer... essas atividades domésticas... a mãe espera que eu saiba, porque sou mulher, de certo. Mas não, essas são as últimas coisas que eu lembro de fazer. Cheguei uma manhã ali na área de serviço e abri a secadora pra ver se tinha alguma coisa e vi um monte de toalhas. Pensei que "bah, a mãe deve ter mencionado alguma coisa dessas toalhas, mas não lembro direito o quê".
Tipo, pra lembrar a gente de fechar a janela, a veneziana, chavear a porta, essas coisas que a gente nunca se presta a fazer quando escurece e vamos dormir, ela faz q-u-e-s-t-ã-o de escrever lembretes em letas garrafas e colar pelas paredes. Agora, quando é pra assuntos de dona-de-casa, ela acha que "aah, a Amanda me vê fazendo isso todos os dias ela vai se lembrar". WRONG!!! A Amanda nem quer saber de atividades domésticas e limita-se a lavar e secar a louça.
O pior é que eu acho que conto nos dedos o número de vezes que liguei a máquina de secar. E quando ela sai de viagem eu geralmente estou me distraindo e ela sai cuspindo todas as atividades laborais domésticas que eu tenho que fazer. "Faz isso, desse jeito, depois faça aquilo dessa maneira e depois...." e eu "Aham. Tá. Aham." E quando eu percebo não guardei nada.
Pô!! Ela inclusive fez um cartaz dizendo "NÃO ESQUEÇAM DE TIRAR NA TOMADA" com uma seta apontando para a tomada onde ligamos o forno elétrico. Caralho!!! Se não foi por pura idiotice foi um aviso exclusivo pro meu irmão! Não, só pode! Ele esparramou queijo por todo aquele forninho, nem conferi se ainda não limpou aquela nojeira.

Well, guys, é isso. Não temos comida, a mísera ajuda de custo que ela nos deu acabou em dois dias de vida social, meu irmão fez o favor de comer todos os congelados que ela comprou pra nós dois e eu tenho prova de 3 horas.

domingo, 2 de novembro de 2008

Por que é que eu crio tanta conta se eu praticamente não vou ter tempo nem saco pra administrar? Tipo, aquela Poupée eu só criei porque... ah, porque as roupinhas eram tão fofolétis! Mas a bem da verdade é um site totalmente inútil que não me deu uma dica de moda.
Inclusive eu entrei neste site durante o expediente e... ai, até chamei ela para juntas gozarmos de nossos desejos impulsivo-consumistas e andarmos nos sentindo As_Japonesas.

Bom, enfim. Meus assíduos leitores esperaram tanto para um bafafá político e não vão ganhar. Coitadinhos...! Acho que discutir política e idéias nazistas só é legal quando se tem gente escutando em volta. Tipo quando eu estava falando do Bolsa-Família pro Reneto no ônibus, que era a maior babaquice do governo Lula, que era um estímulo ao ócio e à proliferação de pessoas que já não têm renda nem pra se manterem, quanto mais manterem uma prole. Aí a mulher, obviamente pobre, doméstica e que de certo percebe o Bolsa-Fornicação, levantou pra descer na parada dela e olhou pra trás pra ver quem estava blasfemando o auxílio. Óbvio que ela me olhou coom uma cara de quem diz "Mas olha só a coitada que eu sou!" Depois as idéias nazistas vieram quando tinha uma turminha de crianças potencialmente maloqueiras. E eu vá a falar de ato infracional - crimes cometidos por crianças. E de fornos pra colocar toda essa gente pra fazer uma limpeza social. Não, os fornos vieram bem antes. Pra colocar gente com antecedentes criminais. Acho ridículo tu não punir a pessoa pelos antecedentes dela. O cara tem 15 roubos, 27 furtos, meia dúzia de latrocínios e tu vai botar um filho da puta nesses na cadeia por seis meses porque tentou furtar um sei-lá-o-quê? O cara é totalmente doente da cabeça, seis meses ele passa na cadeia brincando! Esse tipo de gente, assim ó: CHUTA PRO FORNO NAZISTA! Esses caras não geram riqueza, não ajudam ninguém, não vão descobrir a cura do câncer, provavelmente vão espalhar AIDS em oferecidas de 15 anos de vila, provavelmente são pais e nem sabem, e pensam que nem bicho. Prefiro viver com o cadáver dele nas costas - sentido figurado, por favor - do que correr o risco desse bunda-mole me encher a paciência na rua.

Mudando de assunto. Eu estava pensando em fazer Vlogs em japonês, inspirada nela e nela. Mas eu simplório nível 2 acho que não ia me ajudar... então talvez eu acabe pedindo ajuda pros meus amiguinhos! ♥ Óbvio que eu ia ser menos afetada que a ocidental de dentes protuberantes e não ia fazer propaganda de um jogo que não combina com meu estilo como a japa. (não que não fosse ser suuuuper legal os caras me chamarem pra fazer propaganda no YouTube do jogo deles!)

E eu... ia falar outra coisa, mas me esqueci.
Então tá. Votem em mim!

sábado, 20 de setembro de 2008

Não dá pra agüentar o sensacionalismo da TV. Tanto da TV aberta quanto daquela negona da Ophra. Aí minha mãe fica toda cagada de medo que os bandidos esquartejadores e necrófilos venham pegar a Amanda indefesa e frágil porque ela posta vídeos na Internet ou manda vídeos pros amigos dela.
Eu estava no meu quarto fazendo um vídeo bobo pra participar de um "collab channel" no YouTube, e tava falando sobre o meu nickname (Hengbok). Eu falei tudo em inglês e parece que eles apuraram os ouvidos. Ouviram tudo, acho. Falei que eu tava um pouco deprimida quando me ocorreu o nome, mas quando ouvi eles chegando eu parei de falar e fingi que tava arrumando o quarto. Aff, pra quê, né. Ficaram os dois fazendo inquirições e me olhando com olhos de quem julga uma filha drogada ou prostituta que faz vídeos pornôs em segredo pra mandar pros amigos around the world baterem uma punheta e mandarem presentes.
Veio a mãe falando que, hoje em dia, os caras pegam os vídeos das meninas e fazem montagens e faz parecer que elas fazem strip-tease.
Bom, em primeiro lugar: I couldn't care less. O Brasil (e o YouTube) é cheio de guria muito mais gostosa que eu, cujos vídeos têm a qualidade muito melhor que os meus e que não necessariamente colocam 120 vídeos dela com os amigos e o cachorro. A não ser que sejam ninjas e usem o meu vídeo dançando Hare Hare Yukai em cima da mesa pra fazerem a proeza libidinosa.
Mas o pior de tudo mesmo foram os olhares. Os olhares de espanto, de censura e de total desconfiança. Tudo bem que agi meio suspeita, parei de falar abruptamente, comecei a rir sem graça quando eles me perguntaram do que eu tava fazendo e, pelas caras, eles acharam que tava tirando o pijama na frente da câmera, de certo - ó, faz sentido, pra véia falar de strip-tease.
Ha! Não, depois veio o pai falando alguma coisa sobre nicknames, que "têm que ser maduros" ou algo do tipo que mostre pros outros que eu não sou infantil. Perguntei do dele e ele disse que era diferente ou sei lá. Não lembro qual foi o foco da minha discussão paralela com o MutPike. Pelo menos Hengbok tem um significado bonito, apesar de eu ter estar SIM triste (não vou usar o termo "deprimida" porque atrai pais com falso sendo de atenciosidade) e achar irônico usar um nome que significasse "felicidade".
É que eles acham que eu fico gravando vídeos especialmente prum bando de desconhecidos que eu conheço na Internet, né. Porque adquirimos Internet eu tinha meus 12 anos, então eles (pelo menos a mãe) ainda acham que eu uso esta merda com a mesma mentalidade de antes. O que óóóbviamente não é verdade! Eu pelo menos sei o que significa "incest world" e "sexy teens" quando vejo no topo de um site, ao contrário do irmão gêmeo que deve saber usar a Internet suuuper bem.
Meus pais... deviam se preocupar em ter uma vidinha de aposentado tranqüila, passeando juntos e de mãos dadas, tirando fotos um do outro, viajando, DAR ÁREA PROS FILHOS SEM FUTURO DELES, porque quem sabe despressionando um pouco nossa vida a gente embala em algum caminho - mesmo que seja o caminho que eles nos empurram a pontapés.

Achei que seria interessante participar de alguma coisa boba no YouTube. Eu tava pensando em criar uma conta pra fazer de Vlog em japonês. Pra treinar minha pronúncia; o sensei me esculachou uma vez porque eu falava o "ka" interrogativo muito agudo. ("Amanda-san gôsta diii chamá atençôn, nê" Sou desu ka? Zannen~)

domingo, 7 de setembro de 2008

Aiai, comi um monte daquele Pringles e passei mal.

Um absurdo foi meu pai hoje. Chegou aqui faz uma hora dizendo que eu tinha que ir lá ficar perto deles (pai e mãe). O que é que ele queria, hoje, que a gente desse de papar na boquinha dele enquanto ele brincava de matar monstrinhos virtuais com os amiguinhos adolescentes dele? Pra essas pessoas ele é O_Cara, né. Aí quando ele quer voltar a ser O_Pai, ele levanta do sua honorável poltrona pra chegar nos filhos dando ordens e dizendo que eles devem fazer quando, na verdade, já fizeram tudo enquanto o outro estava no mundo encantado de Prinston.

Me poupem.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Desatravancando

Feliz agora, Bru? xD

Quarenta mil reais, cara! Limparam a porra da conta do sensei! Sem falar no carro e documentos que levaram dele. Tudo porque ele queria vender o carro e, convenientemente, deu todas as informações possíveis pro arigó que ia comprar o carro dele pra vender outro. Uma pequena transação que era para ser lícita e pacífica que resultou na perda do carro, do dinheiro adicional e, agora, de quarenta mil reais.

Sim, agora que o sensei tá com as calças na mão que o Itaú olha aquilo e fala "Aah, vamos bloquear este cartão!"

Burros de merda. Antes prestassem um serviço mais digno para um cidadão. Vão ficar fazendo burocracia porque o cara simplesmente não tem mais absolutamente nenhuuum documento possível para bloquear urgentemente um cartão? Então pau na bundinha deles.

Gostei de ver que Santander é HSBC, que não são assim bancos pra povão, né; esses não tiveram a menor sombra de frescura pra bloquear os cartões. "Assaltado? Não se preocupe, estamos bloqueando seu cartão imediatamente."
Aí vai pro Itaú, "que não tem as taxas nem muito altas, nem muito baixas", e começa. "Ah, mas senhor, a gente precisa dos documentos que estavam na carteira que eles levaram, senão a gente não tem como bloquear." Quanto tempo leva pra bloquear um cartão de banco, pelo amor do céu, pelo menos meia dúzia de cliques. No mínimo.
Agora o Itaú tem quarenta k enfiados no cu. Bem feito.

Eu me estresso...